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Ex-funcionária de operadora investigada por fraudes eletrônicas é presa em Teresina

Ex-funcionária de operadora investigada por fraudes eletrônicas é presa em Teresina A ex-funcionária de uma operadora de telefonia Rosana Rodrigues da Silva...

Ex-funcionária de operadora investigada por fraudes eletrônicas é presa em Teresina
Ex-funcionária de operadora investigada por fraudes eletrônicas é presa em Teresina (Foto: Reprodução)

Ex-funcionária de operadora investigada por fraudes eletrônicas é presa em Teresina A ex-funcionária de uma operadora de telefonia Rosana Rodrigues da Silva, investigada por participação em um esquema criminoso especializado em fraudes eletrônicas, foi presa na quarta-feira (29), em Teresina. Ela é apontada como uma das principais articuladoras do grupo, suspeito de assumir ilegalmente linhas telefônicas de vítimas para invadir contas bancárias, clonar WhatsApp e aplicar golpes em diferentes estados. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A mulher era considerada foragida desde o último dia 15, quando passou a ser alvo da Operação Chip Falso. Segundo o delegado Humberto Mácola, do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), Rosana se apresentou espontaneamente à polícia. LEIA TAMBÉM: Ex-funcionária de operadora de telefonia usava credenciais de gerentes para alterar linhas de vítimas Grupo que clonava WhatsApp e invadia contas bancárias é alvo de operação no PI "De acordo com a investigação, ela era uma das lideres e fazia a captação de pessoas para fornecerem as credencias e identificações por meio de biometria facial e assim receberem a titularidade do usuário que nem sabia que isto estava acontecendo", contou o delegado. Operação Chip Falso O grupo mantinha uma central de operações em uma residência no bairro Monte Castelo, na Zona Sul de Teresina, onde 10 pessoas foram presas. No local, chamado pelos policiais de "Casa da Fraude", os suspeitos abordavam pessoas para obter documentos, CPFs e dados biométricos, usados para burlar sistemas de segurança de operadoras de telefonia. A fraude é conhecida como SIM Swap e consiste na transferência ilegal e não autorizada de um número de telefone para um chip controlado pelos criminosos. Com acesso à linha, os suspeitos conseguiam receber códigos de autenticação enviados por SMS e invadir contas e aplicativos das vítimas. O delegado Humberto Mácola afirmou que o acesso às linhas telefônicas permitia que os criminosos causassem diversos prejuízos às vítimas. "Em posse dessas linhas telefônicas conseguiam fazer o estrago na vida daquela pessoa: desde invadir contas, encaminhando os códigos de verificação para essa linha telefônica em posse dos criminosos, até se passar por um parente e abordar pedindo dinheiro", disse à TV Clube. *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros . Ex-funcionária de operadora investigada por fraudes eletrônicas é presa em Teresina Reprodução/PCPI VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube