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Lenine apresenta o show 'Eita' no Rio de Janeiro com coesão, som perfeito e três parceiros fundamentais na plateia

Lenine faz na noite de ontem, 20 de junho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ) a quarta apresentação da turnê do show 'Eita' Rodrigo Goffredo ♫ OPINIÃO ♬ C...

Lenine apresenta o show 'Eita' no Rio de Janeiro com coesão, som perfeito e três parceiros fundamentais na plateia
Lenine apresenta o show 'Eita' no Rio de Janeiro com coesão, som perfeito e três parceiros fundamentais na plateia (Foto: Reprodução)

Lenine faz na noite de ontem, 20 de junho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ) a quarta apresentação da turnê do show 'Eita' Rodrigo Goffredo ♫ OPINIÃO ♬ Com as presenças na plateia lotada de Bráulio Tavares, Dudu Falcão e Lula Queiroga, três parceiros fundamentais na construção da obra autoral pavimentada desde os anos 1980, Lenine estreou o show “Eita” na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 20 de junho, após passagens da turnê por Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Salvador (BA). Na apresentação paulistana de 30 de maio, o show já se mostrou vigoroso, expandindo a teia de afetos do álbum “Eita” (2025) na medida em que reforçava a marca autoral desse artista pernambucano que migrou para a cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1977, em busca de oportunidades profissionais em mercado então concentrado no eixo Rio-São Paulo, sem jamais cortar os laços afetivos e musicais com a terra natal. Contudo, no palco da casa Vivo Rio, o show “Eita” se revelou ainda mais azeitado e coeso, fluindo bem ao longo do roteiro que totalizou 31 músicas e que foi idêntico às três apresentações anteriores do show. Lenine apresenta o show 'Eita' na casa Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ) Rodrigo Goffredo E cabe ressaltar que “Eita” chegou ao Rio com um som absolutamente perfeito do ponto de vista técnico, o que deveria ser regra em apresentação de qualquer artista, mas, na realidade, é algo que nem sempre se observa em cena. Tudo soou no devido lugar na apresentação vista por Fernanda Abreu, o pianista Luiz Otávio e Pedro Luís, entre outros admiradores da música de Lenine. Essa perfeição certamente decorre do fato de o diretor musical do show, o baixista Bruno Giorgi, ser engenheiro de som. À excelência do som, somou-se a plenitude artística deste momento de Lenine, que ressurgiu no álbum “Eita” como a personificação de um Leão do Norte ainda indomado, fiel ao universo particular da obra que ganhou relevo e projeção nacional ao longo da década de 1990. Lenine canta baladas como 'Paciência' (1999) em bloco de voz e violão do roteiro do show 'Eita' Rodrigo Goffredo