Passagem pelo Salão Oval e comitivas reduzidas: saiba como será reunião entre Lula e Trump
Reunião com Trump: Lula decola para Washington amanhã, às 13h O cerimonial da Casa Branca se reuniu, nesta terça-feira (5), com a Embaixada do Brasil em Wa...
Reunião com Trump: Lula decola para Washington amanhã, às 13h O cerimonial da Casa Branca se reuniu, nesta terça-feira (5), com a Embaixada do Brasil em Washington para acertar os detalhes do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na reunião, as equipes dos dois governos definiram como será o encontro. Ficou definido que cada presidente deverá estar acompanhado por até cinco integrantes de suas equipes. Do lado brasileiro, devem participar: Dario Durigan, ministro da Fazneda; Wellington César Lima, ministro da Justiça; Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal; Marcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. 🎙️ De acordo com a programação preliminar enviada ao governo brasileiro, a agenda prevê uma rápida passagem pelo Salão Oval para uma declaração à imprensa. Na sequência, Lula e Donald Trump terão uma reunião reservada. Depois, está prevista uma reunião ampliada com a participação das delegações. No entanto, o roteiro pode ter alterações de última hora. Trump e Lula falam com jornalistas antes de reunião em Kuala Lumpur, na Malásia. Evelyn Hockstein/Reuters Lula e Trump A equipe de Lula avalia o encontro com otimismo. A expectativa as negociações na área de combate ao crime organizado avancem, tema considerado prioritário também pelo governo norte-americano. No campo comercial, o objetivo brasileiro é convencer Trump de que o país não adota práticas desleais que justifiquem a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Em contrapartida, Lula deve apresentar propostas de parceria com empresas americanas para a exploração de terras raras. O governo brasileiro trabalha, inclusive, para chegar ao encontro com o projeto de regulamentação de minerais críticos já aprovado pela Câmara dos Deputados, como forma de reforçar o interesse dos Estados Unidos no tema.